terça-feira, 6 de novembro de 2012

Para e pense!!

Para e pense!!:

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro

chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa

para ver o lindo caminhão que comprara

depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.

Era o primeiro que conseguia comprar
depois de tantos anos de sufoco e estrada.


A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.



Ao chegar à porta de casa,

encontra seu filhinho de seis anos,
martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.



Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e,

sem hesitar, completamente fora de si,

martela impiedosamente as mãos do garoto,
que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.



A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho,
mas pouco pôde fazer.



Chorando junto ao filho,

consegue trazer o marido à realidade,
e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.



Passadas várias horas de cirurgia,

o médico desconsolado e bastante abatido,

chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão,
que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.



Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico,
devendo os pais aguardá-lo no quarto.



Ao acordar, o menino ainda sonolento

esboçou um sorriso e disse ao pai:

- Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.

O pai, enternecido e profundamente arrependido,
deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.



Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado.



Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:

- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.



Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?



Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos,
e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.



Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.



Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

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